Nome: Sturges, Ed
Local:Rio de Janeiro, JPA / Barra
Foxhole é o mesmo que trincheira,
Trincheira uma cova / buraco / fossa onde o soldado busca proteção de todo o caos a sua volta.
Seja bem-vindo(a) à minha trincheira, proteja-se pois o bombardeio já vai começar...
"Não tenho preconceitos. Odeio todo mundo igualmente."
W.C. Fields
"Chata é a pessoa que quando você pergunta como ela está, ela vai e conta."
Grouxo Marx
:::Vale a Visita:::
Hugo DiRacco
Hugo DiRacco 2
Pafuncia
Chris & Cecília
Calvin
Leão
Moviementando
Torre de Arilin
:::Loucos Perigosos:::
A Biblia Sacaneada
Sadismo Politico
Só Comigo?
:::Quanta Gente:::
É o numero de individuos precisando de terapia por terem vindo aqui.
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Esta é uma trincheira...a MINHA TRINCHEIRA
Entre e proteja-se
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Quarta-feira, Maio 31, 2006 :::
O que eu aprecio mesmo é uma boa ironia
Depois da operação minha Mãe anda com a mania de me tratar como se eu fosse de porcelana...
Eu to me recuperando bem, graças a deus... mas a maioria dos operados voltam a dirigir em 10 ou 15 dias... ela junto com o médico querem esperar 20 dias.
E fica aquela aporrinhação para cima de mim.
Hoje voltei ao curso de 3D, durante uma semana tivemos uma briga enorme aqui em casa por que eu queira ir no MEU carro e a minha mãe quer que eu vá de TAXI.
tentei tentei tentei mas o argumento era sempre o:
-Não! Você pode se acidentar!
-Pombas eu ando devagar!
-Mas alguem pode bater em você!
Com isso me dei por vencido e fui de taxi.
Hoje na volta do curso o que aocntece comigo no taxi?
Sim, alguem bateu no TAXI!
::: posted by EDUARDO STURGES at 8:41 PM
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Sexta-feira, Maio 26, 2006 :::
Punição exemplar
Um francês, um argentino e um brasileiro estão visitando a Arábia Saudita, e resolvem tomar umas doses de whisky, quando a policia aparece e os prende.
A simples posse de bebida alcoólica é uma ofensa grave na Arábia Saudita e os três são sentenciados à morte, num julgamento sumário.
Entretanto, após vários meses e com a ajuda de bons advogados, eles conseguem que a sentença de morte seja transformada em prisão perpétua.
Por um capricho da sorte,no aniversário da Arábia Saudita, o benevolente Sheik resolve abrandar ainda mais a pena e decreta que os mesmos poderão ser soltos após receber 20 chibatadas cada.
Quando eles estão se preparando para a punição, o Sheik anuncia: "Hoje é aniversário de minha esposa, e ela me pediu para permitir a cada um de vocês um desejo antes da punição."
O Francês foi o primeiro da fila, pensou um pouco e pediu: "Por favor, amarrem 2 travesseiros nas minhas costas". Assim foi feito, mas os travesseiros só duraram 10 chibatadas antes de completar a punição e quando,tudo terminou, ele teve que ser carregado sangrando e com muita dor.
O Argentino, sabido como sempre, viu o que tinha acontecido e sendo o segundo, pediu: "Por favor, amarrem 4 travesseiros nas minhas costas".
Porém, mesmo assim, após 15 chibatadas os travesseiros não suportaram e o Argentino foi levado sangrando e maldizendo o acontecido.
O Brasileiro foi o último e antes que pudesse dizer o seu pedido, foi interrompido pelo Sheik: "Você é de um país belíssimo, do futebol e das mulatas. Eu adoro o Brasil, e vou lhe agraciar com 2 pedidos antes da punição."
"Obrigado, sua Alteza", disse o Brasileiro.
"Em reconhecimento a sua bondade, meu primeiro desejo é que eu receba 100 chibatadas e não 20 como previsto, pois eu me sinto culpado pelo ocorrido".
Ao que o Sheik respondeu: "Além de ser um homem honrado e gentil, o senhor também um homem corajoso. Que assim seja! Mas e seu segundo pedido?"
E o Brasileiro complementou: "Quero que amarrem o Argentino às minhas costas"
O casamento muda as pessoas...
Conta a historia, que um casal (recém-casado), com apenas 2 semanas de
casamento, o marido apesar de feliz, ja estava com uma vontade reprimida de
sair com a galera pra fazer a festa. Assim, ele diz a sua queridinha:*
*- Amorzinho, vou dar uma saidinha mas nao demoro, ...*
*- Onde você vai, meu docinho...? (com expressao de recém-casados)*
*- Ao barzinho, tomar uma geladinha.*
*A mulher bota a mão na cintura e lhe responde:*
*- Quer cervejinha, meu amor ???*
*E nesse momento abre a porta da geladeira e lhe mostra 25 marcas diferentes de cervejas de 12 paises, alemãs, holandesas, japonesas, americanas, mexicanas, etc.*
*O marido sem saber o que fazer, lhe responde:*
*- Meu docinho de coco... mas no bar... você sabe... o copo gelado...*
*O marido nem terminou de falar, quando a esposa interrompe a sua conversa e lhe fala:*
*- Quer copo gelado, amor?*
*Nesse momento ela pega no freezer um copo bem gelado, branco, branco,que até tremia de frio.*
*O marido responde:*
*- Mas minha princesa, no bar tem aqueles salgadinhos gostosos...Já estou voltando, tá?*
*- Quer salgadinho, meu amor???*
*A mulher abre o forno e tira 15 pratos de salgadinhos diferentes, quibe, coxinha, pastel, pipoca, amendoim, coração de galinha, queijo derretido, torresmo...*
*-Mas, minha Pixunguinha... lá no bar... você sabe.... as piadas, os palavrões, tudo aquilo...*
*-Quer palavrões, meu amor???*
*-ENTAO VAI TOMAR NO CÚ, PORQUE DAQUI VOCÊ NAO SAI NEM FODENDO, SEU FILHODAPUTA...*
::: posted by EDUARDO STURGES at 9:29 AM
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Terça-feira, Maio 23, 2006 :::
Marcação cerrada
Eu to falando... sem querer ser pragmático ou nada.
Mas a senssação é que de vez em quando o banheiro do céu dá defeito então cristo e os demais anjos vem cagar na minha cabeça...
Meu nextel não andava muito religioso, não reconhecia certos numeros, ditava o tempo das conversas e o proprio sinal era uma bela porcaria. Iniciei um processo de troca de operadora.
Com o dia das mães promoções não faltavam, optei pela vivo, por ser uma operado muito boa, e que poucos (ou quase ninguem) reclamam.
Adquiri meu aparelho, ganhei outro na faixa, e mais minutagem extra por 6 meses... e haja minutagem estamos falando de mais de 500 minutos por mês!
Mas hoje apos o uso de 112 minutos tive meus 2 aparelhos bloqueados. Bem, o serviço interrompido eu mesmo só descobri do bloqueio a noite quando liguei para reclamar.
O que eu descobri é que não tem um unico filha de uma quenga na vivo que saiba fazer conta. A promoção fale o dobro insiste o seguinte:
Você escolhe o plano de minutagem e fala o dobro por 6 meses e ainda ganha o mesmo valor em minutos de vivo para vivo por 6 meses ok?
Eu escolhi o plano de 180, então eu teria 360 + 180 vivo para vivo ok?
PORRANENHUMA!!!!
Com 112 minutos de uso bloquearam ambas as linhas! FDP!!!!
Eu expliquei (bem pelo menos tentei) que o dobro de 180 são 360 e não 112, mas o babuino do atendente discordava PIOR!
Disse que o bloqueio é praxe quando o usuario excede em 177 reais o uso da minutagem padrão... R$177,00??? De onde eles tiraram essa soma?
Parafraseando a "Batman e a Feira da Fruta" a unica resposta que faria sentido seria "Ora, de onde eles tiraram? Do cú! Lógico que foi do cú!"
Mas aí fico eu que nem um idiota fazendo calculos pros babuinos... o minuto extra no meu plano é 0,49 centavos... façamos com 0,50 para não complicar!
OU SEJA para eu ter meu aparelho bloqueado eu teria que falar:
180 minutos que são do meu plano
+
180 minutos que são da promoção
+
180 minutos para uma porrada vivo
+
354 minutos extras para deus sabe aonde
=
894 minutos!!!! que são mais de 14 horas!
Agora vejamos:
Eu peguei o celular dia 1, dia 17 fui operado e por deus como testemunha estive a maior parte do dia anestesiado , dia 18 fiquei na UTI e tinha que ficar calado, dia 19 recebi alta e desde então estou em casa quieto (em termos)
E hoje a noite consta em ambos os celulares o total de 112 minutos de conversa, 112 minutos é mais que 894? E eu achava que eu era péssimo em Matemática
Minha vontade é de pegar os 2 aparelhos voltar lá na vivo e enfiar no cú do vendedor...
To com uma vontade louca de processar eles.... já dá pra sentir o sorriso no rosto...
::: posted by EDUARDO STURGES at 12:33 AM
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Domingo, Maio 21, 2006 :::
Noticias nada urgentes...
Bem atualizei os links aê do lado... agora o Blog da Chris Frenzel esta linkado corretamente ao NOVO blog da Chris Frenzel...
Ed Sturges...mais um deserviço publico...
::: posted by EDUARDO STURGES at 9:19 AM
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Sábado, Maio 20, 2006 :::
I´m BACK!
Sim senhoras e senhores, estou eu cá de volta! Mui bien obrigado!
A cirurgia foi um sucesso! e meu pós operatório esta sendo excelente graças ao apoio de todos, mas um obrigado beeeemmmm especial para o meu amor, que tem sido nota 1000 comigo (beijos Mil!) e a todos que oraram, pediram e mandaram energias positivas para mim, grato de coração.
Em breve estarei 100% operacional novamente e postarei com mais regularidade aqui, não se preocupem...
É claro que uma situação como uma cirurgia não podia dar em outra coisa senão algumas cenas insólitas minhas...
Eu estava me preparando para a anestesia e toda a equipe médica lá, aquela movimentação estranha, pessoas fazendo piadas com os equipamentos. Que diga-se de passagem eu nao estava achando a menor graça...na verdade a cada piada meus olhos arregalavam e um grande FODEU vinha a minha mente.
E meus olhos arregalados devem ter pedido por solidariedade, pois ningume menos que o Cirurgião chegou e puxou assunto comigo:
Gostei das tatuagens... Valhala né? È mitologia nórdica não?
Eu entre uma tremedeira e outra:
-Sim, e espero que Odin tenha gostado... mas pelo andar da carruagem eu devo descobrir isso logo logo pessoalmente...
Ele tenta me acalmar um pouco mais:
-Por que não canta alguma música enquanto a anestesia não faz efeito?
-Que música?
-Qualquer uma... pense e cante a primeira que vier a sua cabeça..
-Hummmm...ok...
E comecei:
"Gory, gory, what a hell of way to die.
Gory, gory, what a hell of way to die.
Gory, gory, what a hell of way to die.
He ain't gonna jump no more.
"Is everybody happy?" cried the sergeant looking up.
Our hero feebly answered, "Yes", and then they stood him up.
He jumped into the icy blast, his static line unhooked.
And he ain't gonna jump no more.
Gory, gory, what a hell of way to die.
Gory, gory, what a hell of way to die.
Gory, gory, what a hell of way to die.
He ain't gonna jump no more. ..."
Fui interrompido.
-Ok, a musica nao ajudou a aliviar o clima...
-Doutor eu vou ficar aqui quietinho mentalizando minhas preces e vcs fazem o que tem de ser feito, ok?
-Se doer avisa!
-Eu vou ser anestesiado ,não?
-Sim mas se a anestesia doer avisa...
-Ahhhhh tá!
e ficamos nessa lenga lenga até que a anestesia fez efeito e eu apaguei.
Acordei algumas horasdepois na UTI na presença das pessoas que amo, minha mãe, minha namorada, meu pai..conversamos mais um pouco e logo o sono bateu e apaguei de novo.
Acordei a uma da manhã, perguntei quanto foi o jogo do FLU X VASCO, ouvi o resultado, disse um palavrão e voltei a dormir
Lá pelas 5 acordei com um furdunço... a senhora na maca a frente a minha estava carimbando o seu passaporte pro paraiso, a coitada estava muito mal... mas por algum motivo ninguem se lembrou de fechar as cortinas e eu presenciei tudo...bastante bolado confesso... resolvi não dormir mais... mas horas depois fui vencido pelos residuos da anestesia....
Na Quinta fui levado pro quarto, lá chegando a atendente me pergunta:
-Quer se deitar?
-Eu estava pensando em dançar uma valsa... mas deitar é uma boa...
Isso demonstra que eu ja estava bem... pois o sarcasmo não foi afetado pela cirurgia...
De resto foi traqnuilo..na sexta voltei para casa..e agora estou me recuperando...
Abraço a todos!
::: posted by EDUARDO STURGES at 8:04 PM
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Terça-feira, Maio 16, 2006 :::
The clock is ticking...
T-24 horas e contando...
Dando continuidade aos trabalhos de ontem:
OXÓSSI
O PERFIL DO ORIXÁ
Numa visão antropológica, os Orixás são vibrações de energia, cada uma numa faixa própria, com as quais os seres humanos se identificam, o que justifica a existência de filhos de diferentes Orixás. Assim os filhos de Oxóssi, são aqueles cujo metabolismo básico e características de personalidade herdadas geneticamente mais se identificam com uma matriz, o próprio Oxóssi, que se manifesta em ambientes como florestas cerradas, parques onde animais são preservados, espaços enfim, de contato entre o homem e os animais.
Numa visão teológica, os Orixás são divindades a serem respeitadas e cultuadas por seus filhos, que com eles entrariam em contato através de diferentes rituais disseminados na cultura tribal africana e que no Brasil estão agrupados sob o rótulo de uma religião, a Umbanda e o Candomblé. Cada divindade possui lendas que justificam seu destino e principalmente o arquétipo de comportamento à ela associado.
A Umbanda cultuada no Brasil é uma síntese de diversas manifestações diferentes da África, unindo preceitos e práticas que no continente negro se manifestam em povos isolados.
Há porém, uma corrente predominante, a dos iorubas ou nagôs. Sua visão do mundo material e sobrenatural foi a que mais se espalhou, tanto no centro-sul da África, como no Brasil, e os Orixás mais populares são dela originados. Os rituais Jeje, do Daomé (atual República do Benin), também encontraram espaço, principalmente porque tiveram de lutar contra mitos antagônicos dos iorubas; na verdade, o Daomé foi, há muitos séculos, dominado politicamente por um povo de civilização mais recente, os iorubas. Assim como Roma se comportou em relação aos mitos gregos, assimilando-os gradativamente e adaptando-os as suas próprias necessidades, os iorubas assimilaram usos, costumes e Orixás daomeanos, como Nanã, Iroco, Omolu e outros. Uma diferença, porém, sempre existiu para quem se propusesse a analisá-los.
Os mitos iorubas manifestavam grande vitalidade, envolvendo personalidades extrovertidas como Exu. Já os Orixás daomeanos são mais frios, vindos de uma cultura mais hierarquizada, onde os deuses são vistos de maneira um pouco ameaçadora e coercitiva; não costumam ter o senso de humor dos iorubas, sua flexibilidade, onde contendas difíceis às vezes são resolvidas por palavras hábeis. O mundo dos daomeanos é mais soturno, discreto, perigoso.
Nesse sentido, dois Orixás iorubas fogem da tradição básica: o mago Oçanhe, o solitário senhor das folhas, e Oxóssi, o caçador. Ambos são irmãos de Ogum na maior parte das lendas e possuem em comum o gosto pelo individualismo e o ambiente que habitam; a floresta virgem, as terras verdes não cultivadas.
A floresta é a terra do perigo, o mundo desconhecido além do limite estabelecido pela civilização iorubana, é o que está além do fim da aldeia. Os caminhos não são traçados pelas cabanas, mas sim pelas árvores, o mato invade as trilhas não utilizadas, os animais estão soltos e podem atacar livremente. É o território do medo.
Oxóssi é o Orixá masculino ioruba responsável pela fundamental atividade da caça. Por isso na África é também cultuado como Ode, que significa caçador. É tradicionalmente associado à lua e, por conseguinte, à noite, melhor momento para a caça. Oxóssi e Oçanhe têm na floresta o próprio fim, nela se escondem. O primeiro para capturar os animais, o segundo para poder estudar sozinho e recolher as folhas sagradas.
Oxóssi e Oçanhe representam as formas mais arcaicas de sobrevivência, a apologia da caça em detrimento da agricultura, a apologia da magia e do ocultismo em detrimento da ciência.
Ao mesmo tempo, Oxóssi está mitologicamente muito próximo de Ogum, como conciliando o novo e o velho, as novas atividades com as tradicionais. Na Umbanda, recebe o título de Rei das Matas, sendo à ele consagrada a cor verde. Já no Candomblé, a cor verde é consagrada a Oçanhe por sua proximidade com as folhas, ficando o azul para Oxóssi, um azul pouco mais vivo e claro que o de Ogum, numa transição cromática.
Outro dado que identifica e aproxima Oxóssi de Ogum, é o fato de ambos representarem atividades e possuírem temperamentos próprios de uma mesma faixa etária, a juventude (mas não a adolescência, pois são mitos adultos, viris), onde a energia se expressa fisicamente.
Assim como o irmão ligado à guerra, Oxóssi é um Orixá que vive ao ar livre e está sempre longe de um lar organizado e estável. Seu combate cotidiano, entretanto, está nas matas, caçando os animais que vão garantir a alimentação da tribo, sendo por isso consagrado como protetor dos caçadores e eterno provedor da subsistência do gênero humano. Protege tanto o que mata o animal como o próprio animal, já que é um fim nobre a morte de um ser para servir de alimento para outro. Protege os antagonistas, o caçador, e a caça, pois são seres do mesmo espaço, a floresta. Por isso Oxóssi nunca aprova a matança pura e simples, para ele a morte dos animais deve garantir a comida para os humanos ou os rituais para os deuses, sendo símbolo de resistência à caça predatória. O conceito de liberdade e independência para Oxóssi é muito claro. Sua responsabilidade principal com relação ao mundo é garantir a vida dos animais para que possam ser caçados. Em alguns cultos de Umbanda, também se atribui à ele o poder sobre as colheitas, já que agricultura foi introduzida historicamente depois da caça como meio de subsistência.
Segundo Pierre Verger, o culto a Oxóssi é bastante difundido no Brasil mas praticamente esquecido na África. A hipótese do pesquisador francês é que Oxóssi foi cultuado basicamente no Keto, onde chegou a receber o título de rei. Essa nação, porém foi praticamente destruída no século XIX pelas tropas do então rei do Daomé. Já no Brasil, o Orixá tem grande prestígio e força popular, além de um grande número de filhos. Seus símbolos são ligados à caça: no Candomblé, possui um ou dois chifres de búfalo dependurados na cintura. Na mão, usa o eruquerê (eiru), que são pelos de rabo de boi presos numa bainha de couro enfeitada com búzios.
O mito do caçador explica sua rápida aceitação no Brasil, pois identifica-se com diversos conceitos dos índios brasileiros sobre a mata ser região tipicamente povoada por espíritos de mortos, conceitos igualmente arraigados na Umbanda popular e nos Candomblés de Caboclo, um sincretismo entre os ritos africanos e os dos índios brasileiros, comuns no Norte do País.
Talvez seja por isso que, mesmo em cultos um pouco mais próximos dos ritos tradicionalistas africanos, alguns filhos de Oxóssi o identifiquem não com um negro, como manda a tradição, mas com um Índio. Seu objeto básico é o arco e a flecha, o ofá e o damatá.
Oxóssi é o que basta a si mesmo. A ele estiveram ligados alguns Orixás femininos, mas o maior destaque é para Oxum, com quem teria mantido um relacionamento instável, bem identificado no plano sexual, coisa importante tanto para a mãe da água doce como para o caçador, mas difícil no cotidiano, já que enquanto ela representa o luxo e a ostentação, ele é a austeridade e o despojamento.
CARACTERÍSTICAS DOS FILHOS DE OXÓSSI
O filho de Oxóssi apresenta arquetipicamente as características atribuídas do Orixá. Representa o homem impondo sua marca sobre o mundo selvagem, nele intervindo para sobreviver, mas sem alterá-lo. Oxóssi desconhece a agricultura, não muda o solo para ele plantar, apenas recolhe o que pode ser imediatamente consumido, a caça.
No tipo psicológico a ele identificado, o resultado dessa atividade é o conceito de forte independência e de extrema capacidade de ruptura, o afastar-se de casa e da aldeia para embrenhar-se na mata, afim de caçar. Seus filhos, portanto são aqueles em que a vida apresenta forte necessidade de independência e de rompimento de laços. Nada pior do que um ruído para afastar a caça, alertar os animais da proximidade do caçador. Assim os filhos de Oxóssi trazem em seu inconsciente o gosto pelo ficar calado, a necessidade do silêncio e desenvolver a observação tão importantes para seu Orixá.
Geralmente Oxóssi é associado às pessoas joviais, rápidas e espertas, tanto mental como fisicamente. Tem portanto, grande capacidade de concentração e de atenção, aliada à firme determinação de alcançar seus objetivos e paciência para aguardar o momento correto para agir. Sua luta é baseada na necessidade de sobrevivência e não no desejo de expansão e conquista. Busca a alimentação, o que pode ser entendido como sua luta do dia-a-dia. Esse Orixá é o guia dos que não sonham muito, mas sua violência é canalizada e represada para o movimento certo no momento exato. É basicamente reservado, guardando quase que exclusivamente para si seus comentários e sensações, sendo muito discreto quanto ao seu próprio humor e disposição.
Os filhos de Oxóssi, portanto, não gostam de fazer julgamentos sobre os outros, respeitando como sagrado o espaço individual de cada um. Buscam preferencialmente trabalhos e funções que possam ser desempenhados de maneira independente, sem ajuda nem participação de muita gente, não gostando do trabalho em equipe. Ao mesmo tempo , é marcado por um forte sentido de dever e uma grande noção de responsabilidade. Afinal, é sobre ele que recai o peso do sustento da tribo.
Os filhos de Oxóssi tendem a assumir responsabilidades e a organizar facilmente o sustento do seu grupo ou família. Podem ser paternais, mas sua ajuda se realizará preferencialmente distante do lar, trazendo as provisões ou trabalhando para que elas possam ser compradas, e não no contato íntimo com cada membro da família. Não é estranho que, quem tem Oxóssi como Orixá de cabeça, relute em manter casamentos ou mesmo relacionamentos emocionais muito estáveis. Quando isso acontece, dão preferência a pessoas igualmente independentes, já que o conceito de casal para ele é o da soma temporária de duas individualidades que nunca se misturam. Os filhos de Oxóssi, compartilham o gosto pela camaradagem, pela conversa que não termina mais, pelas reuniões ruidosas e tipicamente alegres, fator que pode ser modificado radicalmente pelo segundo Orixá (ajuntó). São pessoas tipicamente extrovertidas, gostando de viver sozinhas, preferindo receber grupos limitados de amigos. É portanto, o tipo coerente com as pessoas que lidam bem com a realidade material, sonham pouco, têm os pés ligados à terra.
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Na minha opinião (que nesse assunto é rala) eu tô muito bem acompanhado... :^)
::: posted by EDUARDO STURGES at 9:24 AM
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Segunda-feira, Maio 15, 2006 :::
Putz Grilla!
Eu tenho um blog!
Seguinte negrada! Eu andei ocupado, com pequenos surtos psicóticos. Surtos que minha namorada aguentou heroicamente, tadinha (pq se eu normal já sou um pé nos baguris imagina surtado!)
Quarta agora eu vou ter um pequeno (quem me dera) procedimento cirurgico, que nada mais é que uma forma bonita de dizer, "vamos rasgar esse em dois mexer em suas tripas e depois vamos ver se conseguimos juntar tudo de novo..."
De forma que enquanto os médicos fazem um origami de mim, e eu passo por um pequeno (há!) periodo de dores excruciantes eu provavelmente não passarei muito por aqui... mas por favor deixem suas mensagens e comentários que eu os ignorarei na medida do possivel (brincadeirinha).
Agradeço desde já as orações, ajudas, preces, simpatias, pedidos, velas e oferendas, magias e feitiços, intervenções, danças e ritos ou seja lá o que cada um de vocês fazem, afinal eu sou o cara que mais conhece gente com crenças divergentes que eu já ouvi falar... E quanto aos pobres que perderão seu tempo desejando mal, eu só ofereço minha pena... bem e meu dedo médio em riste também, mas esse ultimo é só para não perder o costume...
Recentemente descobri que meu cabeça é Xangô, na verdade já haviam me dito isso a vários verões atrás mas eu nunca havia levado a sério até semana passada... curioso que sou, fui buscar informações sobre Xangô (sim Nix... foi na internet... rsrsrs) E bondoso que sou, vou dividir com vcs o melhor texto dentre os milhares que li sobre Xangô.
Não, não perguntem... Eu ainda to aprendendo...
XANGÔ

Xangô é um Orixá bastante popular no Brasil e às vezes confundido como um Orixá com especial ascendência sobre os demais, em termos hierárquicos. Essa confusão acontece por dois motivos: em primeiro lugar, Xangô é miticamente um rei, alguém que cuida da administração, do poder e, principalmente, da justiça - representa a autoridade constituída no panteão africano. Ao mesmo tempo, há no Norte do Brasil diversos cultos que atendem pelo nome de Xangô. No Nordeste, mais especificamente em Pernambuco e Alagoas, a prática do candomblé recebeu o nome genérico de Xangô, talvez porque naquelas regiões existissem muitos filhos de Xangô entre os negros que vieram trazidos de África. Na mesma linha de uso impróprio, pode-se encontrar a expressão Xangô de caboclo, que se refere obviamente a um culto sincretizando influências do culto original (candomblé ou umbanda) com cerimônias e mitos dos indígenas da região, também chamado de candomblé de caboclo.
Na mitologia, é atribuído a Xangô (enquanto homem, ser histórico) o reinado sobre a cidade-estado de Oyó, posto que conseguiu após destronar o próprio meio-irmão Dada-Ajaká com um golpe militar. Por isso, sempre existe uma aura de seriedade e de autoridade quando alguém se refere a Xangô.
Xangô é pesado, íntegro, indivisível, irremovível; com tudo isso, é evidente que um certo autoritarismo faça parte da sua figura e das lendas sobre suas determinações e desígnios, coisa que não é questionada pela maior parte de seus filhos, quando inquiridos.
Suas decisões são sempre consideradas sábias, ponderadas, hábeis e corretas. Ele é o Orixá que decide sobre o bem e o mal. Ele é o Orixá do raio e do trovão. Miticamente, o raio é uma de suas armas, que ele envia como castigo. Ninguém, porém, deve temer sua cólera como uma manifestação irracional.
Xangô tem a fama de agir sempre com neutralidade (a não ser em contendas pessoais suas, presentes nas lendas referentes a seus envolvimentos amorosos e congêneres). Seu raio e eventual castigo são o resultado de um quase processo judicial, onde todos os prós e os contras foram pensados e pesados exaustivamente - a famosa balança da Justiça. Seu Axé, portanto está concentrado nas formações de rochas cristalinas, nos terrenos rochosos à flor da terra, nas pedreiras, nos maciços. Suas pedras são inteiras, duras de se quebrar, fixas e inabaláveis, como o próprio Orixá.
Numa visão litúrgica um pouco mais restrita e mais apegada às lendas de origem dos Orixás, um filho de Xangô não se pode contentar apenas com uma pedra vinda de uma pedreira ou de uma montanha para guardar numa vasilha o seu assentamento.
Xangô não contesta o status de Oxalá de patriarca da Umbanda, mas existe algo de comum entre ele e Zeus, o deus principal da rica mitologia grega. O símbolo do Axé de Xangô é uma espécie de machado estilizado com duas lâminas, que indica o poder de Xangô, corta em duas direções opostas. O administrador da justiça nunca poderia olhar apenas para um lado, defender os interesses de um mesmo ponto de vista sempre. Numa disputa, seu poder pode voltar-se contra qualquer um dos contendores, sendo essa a marca de independência e de totalidade de abrangência da justiça por ele aplicada. Segundo Pierre Verger, esse símbolo se aproxima demais do símbolo de Zeus encontrado em Creta.
Outra informação de Pierre Verger especifica que esse oxé parece ser a estilização de um personagem carregando o fogo sobre a cabeça; este fogo é, ao mesmo tempo, o duplo machado, e lembra, de certa forma a cerimônia chamada ajerê, na qual os iniciados de Xangô devem carregar na cabeça uma jarra cheia de furos, dentro da qual queima um fogo vivo, demonstrando através dessa prova, que o transe não é simulado.
Xangô então, é o administrador que se curva à experiência e sabedoria do velho Oxalá, o símbolo do poder em toda sua plenitude, mas que deve ser acatado por Xangô quando em suas decisões intervir.
Xangô portanto, já é adulto o suficiente para não se empolgar pelas paixões e pelos destemperos, mas vital e capaz o suficiente para não servir apenas como consultor.
Outro dado saliente sobre a figura do senhor da justiça é seu mau relacionamento com a morte (AMÉM! Nota do blogeiro!) . Se Nanã é como Orixá a figura que melhor se entende e predomina sobre os espíritos de seres humanos mortos, Eguns, Xangô é que mais os detesta ou os teme. Há quem diga que, quando a morte se aproxima de um filho de Xangô, o Orixá o abandona, retirando-se de sua cabeça e de sua essência (Oh-oh! Nota do blogueiro...dessa vez bolado!).
Deste tipo de afirmação discordam diversos babalorixás ligados ao seu culto, mas praticamente todos aceitam como preceito que um filho que seja um iniciado com o Orixá na cabeça, não deve entrar em cemitérios nem acompanhar a enterros.
CARACTERÍSTICAS DOS FILHOS DE XANGÔ
Para a descrição dos arquétipos psicológico e físico das pessoas que correspondem a Xangô, deve-se ter em mente uma palavra básica: Pedra. É da rocha que eles mais se aproximam no mundo natural e todas as suas características são balizadas pela habilidade em verem os dois lados de uma questão, com isenção e firmeza granítica que apresentam em todos os sentidos.
Atribui-se ao tipo Xangô um físico forte, mas com certa quantidade de gordura e uma discreta tendência para a obesidade, que se ode manifestar menos ou mais claramente de acordo com os Ajuntós (segundo e terceiro Orixá de uma pessoa). Por outro lado, essa tendência é acompanhada quase que certamente por uma estrutura óssea bem-desenvolvida e firme como uma rocha.
Tenderá a ser um tipo atarracado, com tronco forte e largo, ombros bem desenvolvidos e claramente marcados em oposição à pequena estatura;
Por essas qualidades, é relativamente fácil para os iniciados descobrirem que tal pessoa é de Xangô, pela aparência e modo de andar, o que é mais difícil para tipos pouco mais sutis e mistos como Oxum, Oçanhe e Omolu.
A mulher que é filha de Xangô, pode ter forte tendência à falta de elegância. Não que não saiba reconhecer roupas bonitas - tem, graças à vaidade intrínseca do tipo, especial fascínio por indumentárias requintadas e caras, sabendo muito bem distinguir o que é melhor em cada caso. Mas sua melhor qualidade consiste em saber escolher as roupas numa vitrina e não em usá-las. Não se deve estranhar seu jeito meio masculino de andar e de se portar e tal fato não deve nunca ser entendido como indicador de preferências sexuais, mas, numa filha de Xangô é um processo de comportamento a ser cuidadosamente estabelecido, já que seu corpo pode aproximar-se mais dos arquétipos culturais masculinos do que femininos; ombros largos, ossatura desenvolvida, porte decidido e passos pesados, sempre lembrando sua consistência de pedra.
Em termos sexuais, Xangô é um tipo completamente mulherengo. Seus filhos, portanto, costumam trazer essa marca, sejam homens, sejam mulheres (que estão entre as mais ardentes do mundo). Os filhos de Xangô, não costumam ser conhecidos socialmente como um tipo dado a aventuras. Não são os mitos sexuais de sua sociedade e é para muito poucos amigos que confessam suas conquistas, pois não faz parte de suas necessidades se auto-afirmar através desse expediente. São honestos e sinceros em seus relacionamentos mais duradouros, porque para eles sexo é algo vital, insubstituível, mas o objeto sexual em si não é merecedor de tanta atenção depois de satisfeito desejo.
Psicologicamente, os filhos de Xangô apresentam uma alta dose de energia e uma enorme auto-estima, uma clara consciência de que são importantes, dignos de respeito e atenção, principalmente, que sua opinião será decisiva sobre quase todos os tópicos - consciência essa um pouco egocêntrica e nada relacionada com seu real papel social. Os filhos de Xangô são sempre ouvidos; em certas ocasiões por gente mais importante que eles e até mesmo quando não são considerados especialistas num assunto ou de fato capacitados para emitir opinião. A postura pouco nobre dos filhos de Xangô e seu cultivo de hábitos considerados aristocráticos ou pouco burgueses, é resultado dessa configuração psicológica.
Porém, o senhor de engenho que habita dentro deles faz com que não aceitem o questionamento de suas atitudes pelos outros, especialmente se já tiverem considerado o assunto em discussão encerrado por uma determinação sua. Gostam portanto, de dar a última palavra em tudo, se bem que saibam ouvir. Quando contrariados porém, se tornam rapidamente violentos e incontroláveis. Nesse momento, resolvem tudo de maneira demolidora e rápida mas, feita a lei, retornam a seu comportamento mais usual.
Em síntese, o arquétipo associado a Xangô está próximo do déspota esclarecido, aquele que tem o poder, exerce-o inflexivelmente, não admite dúvidas em relação a seu direito de detê-lo, mas julga a todos segundo um conceito estrito e sólido de valores claros e pouco discutíveis. É variável no humor, mas incapaz de conscientemente cometer uma injustiça, fazer escolha movido por paixões, interesses ou amizades.
Xangô é o Orixá julgador, destruidor, inteligente, impulsivo, violento. Representa o poder transformador do fogo, é o padroeiro dos intelectuais e artistas. Seu número simbólico é o doze, assim como doze são os ministros, Obas, de Xangô.
Apesar de discordarmos da visão privilegiada do fogo como elemento de Xangô, insistimos que a pedra é seu símbolo básico, mais redutor e mais abrangente ao mesmo tempo.
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Quem me conhece que diga... Isso tudo tem a minha cara? Por que eu to impressionado para xuxu!
::: posted by EDUARDO STURGES at 11:09 AM
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Terça-feira, Maio 02, 2006 :::
Eu nem ia comentar...
Mas virou moda, então eu tenho que dar a minha contribuição:
Acredito que alcançamos o fundo do poço. Não existe mais espaço para tanta sem-vergonhice.
Penso até em inciar uma campanha pela mudança das cores do Brasil, O Vermelho deve marcar presença para representar a vergonha do povo brasileiro e o amarelo que representava nosso ouro, esse sim deve ser extirpado pois já nos foi roubado pela FALTA de vergonha de nossos governantes.
Chamem-me de antiquado, mas eu prefiro a epoca em que se defendiam de acusações pelo meio de fornecimento de provas concretas de idoneidade.
O sensacionalismo e sentimentalismo barato tem o seu lugar: Nas novelas e filmes de ficção.
Pior que a corja que faz uso dessa ferramenta, só mesmo os imbecis que dão espaço para ela.
Antigamente fazia greves de fome por causas nobres, a paz, a fome no mundo, a pouco tempo fez-se greve pelo Rio São Francisco (mas essa pouco foi noticiada).
Hoje um meliante, um pusilame faz greve de fome pois não lhe resta outro meio de provar sua inocencia, faz a greve por mera birra.
Como uma criança que lhe tem o brinquedo negado pelo pai e em represália ao pai, decide prender a respiração até ficar roxo. Como se tal coisa fosse possivel...
Castigados somos nós, que precisamos nos deparar todos os dias com as fotos sensasionalistas da esposa "fiel" e companheira de todas as horas ao lado do magoado e "caluniado" marido que em busca da tão sonhada honra familiar opta pela greve de fome. Não seria mais fácil, e mais ético, mostrar documentos que provem o contrario das denuncias?
Estamos em ano de eleições, e toda a movimentação politica feita visa pleitear algum cargo.
Nesse meio tempo, estamos perdendo 1BILHÃO de reais para os Venezuelanos que arbitrariamente ocuparam NOSSAS refinarias com o exercito retirando o controle da Petrobras das mesmas.
Ressarcimento? Negociação? Não..nada até agora.
E aonde esta nosso "presidente" enquanto nossa Hegemonia é atacada? Ora! Esta em campanha, e tentara HOJE uma conversa com o presidente Venezuelano...
Conversa? AGORA?!
Não é hora para conversa. Mas de ações!
Fomos banidos de lá?
Vamos banir os venezuelanos daqui, simples!
Confisquem as empresas que possuem negócios em território nacional, prendam e extraditem os venezuelanos (principalmente aqueles fdp com flautinha que enchem o nosso saco no centro da cidade) mostre não apenas aos Venezuleanos mas ao Povo Brasileiro que não se faz o que se bem entende com o Brasil.
::: posted by EDUARDO STURGES at 11:00 AM
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